“Não calqueis o povo-rei! Que este mar d’almas e peitos, com vagas de seus direitos, virá partir-vos a lei.”

“Tem o povo – mar violento por armas – o pensamento, a verdade por farol e o homem, vaga que nasce no oceano popular, tem que impelir os espíritos, tem uma plaga a buscar.”

“Basta! Eu sei que a mocidade é o Moisés no Sinai das mãos do eterno recebe as tábuas da lei! Marchai! Quem cai na luta com glória. Tomba nos braços da história, no Coração do Brasil.”

“Senhor, não deixes que se manche a tela, onde traçaste a criação mais bela de tua inspiração. O sol de tua glória foi toldado teu poema da América manchado. Manchou-o a escravidão.”

“Eu já não tenho mais vida! Tu já não tens mais amor! Tu só vives para o riso, eu só vivo para dor.”

“Oh! por isso, Maria, vês me curvo na face do presente escuro e turvo e interrogo o porvir, ou levantando a voz por sobre os montes, ‘Liberdade’ pergunto aos horizontes, ‘Quando enfim hás de vir?’”

“Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?”

“Cresce, cresce, seara vermelha, cresce, cresce, vingança feroz.”

“De inveja eu não morro, mas mato um bocado!”

“A justiça do escravo está na força.”

“Amar e ser amado! Com que anelo, com quanto ardor este adorado sonho, acalentei em meu delírio ardente, por essas doces noites de desvelo!”