“Como é que eu vou querer ser homem? Porra! Que enfia aquela banana e não faz mais nada?!”

“Não tenho saudade de nada, uma coisa que eu não tenho é esse defeito.”

“A gente aqui com o cenário maravilhoso que a gente tem da vida, não precisava nem cenário para fazer nada.”

“O negócio é você viver com o que tem. Então é um sucesso a sua vida!”

“Se tenho pecados, não lembro. A vida é um segredo. Num susto, se morre.”

“Eu passei pela vida, vi tudo e fiz tudo. Vivi e não me machuquei.”

“Na vida tudo é um jogo. Perde ou ganha. Até no amor. Mãe pra filha, marido pra mulher, tudo é interesse: se eu não te dou você também não me dá.”

“O ontem acabou. Não tenho mágoa de nada e nem saudade de nada. Vivo o hoje. Tenho alegria de viver, adoro a vida.”

“Num país deste, que ninguém tem moral para censura, ninguém porra!”

“Não tenho doença, não tenho dores, não tenho saudade de nada nem de ninguém. Não tenho ódio, não tenho amor, nunca fui apaixonada. Sou livre. Não tem outra igual a mim! Ninguém tem mais moral do que eu.”

“Nem troféu! É muita porcaria junta, sabe? Eu tenho uma porrada de troféu lá, dá trabalho… O que eu gasto para limpar aquilo tudo não é normal! Eu acho troféu uma babaquice. Eu preferia que me dessem um frango assado, que me dessem dinheiro… Não era melhor?”

“Não acredito em santo nenhum. Minha religião é a natureza. Deus é um apelido. Ele para mim não existe. O que existe é a natureza. Deus é fantasma, mas a natureza é a verdade.”

“Ah, viajar é comigo! Aí uma coisa que não me saiu ainda: a inveja. Quando [alguém] vai viajar eu fico com inveja… Eu queria ir!”